Pneus e Vidro

Pneus E Vidro

 

Um pouco sobre a história do pneu

A possibilidade de usar pneus de borracha como fazemos atualmente surgiu há mais de um século. Na época, a borracha só existia em uma forma mais crua, que amolecia e chegava a derreter em dias quentes e endurecia e se trincava em dias frios, além de se deformar com facilidade ao ser esticada ou comprimida.

Com o objetivo de desenvolver um tipo de borracha mais resistente a variações de temperatura, o francês Charles Goodyear iniciou uma série de pesquisas e experimentos. E, em 1839 descobriu o processo de vulcanização: misturando um pouco de enxofre à borracha, ela se tornava mais resistente à tração e a mudanças de temperatura.

A partir daí a borracha usada nos pneus passou ser vulcanizada e, em 1845 os irmãos Edouard e André Michelin foram os primeiros a patentear o pneu do automóvel.

Em 1847 o inglês Robert Thompson criou o primeiro pneu com câmara de ar, pois até então os pneus usados eram maciços. A partir de então, o pneu como conhecemos hoje, com câmara de ar e borracha vulcanizada passou a ser cada vez mais utilizado.

Atualmente no Brasil, é cada vez maior o número de carros nas ruas, aumentando a demanda por pneus. No ano de 2014 foram registrados pouco mais de 74,9 milhões de pneus vendidos por empresas associadas à Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos, gerando um saldo de 824,84 milhões de dólares para os fabricantes, entre estes a Pirelli, maior fabricante de pneus do Brasil, e que usa peças fabricadas pela BRANIVA em suas linhas de produção.

 

Processo de fabricação dos frascos de vidro

Já a origem dos frascos de vidro tem origem mais antiga, com utilização registrada há mais de nove mil anos nas regiões de antigas cidades como Síria, Fenícia (atual região do Líbano e norte de Israel) e Babilônia (atual região do Iraque).

Embora o processo de fabricação do vidro tenha se modernizado, as suas matérias primas continuam as mesmas: areia, calcário, carbonato de cálcio e óxido de alumínio.

Nos tempos antigos, as matérias primas eram derretidas, formando pelotas de vidro incandescente que eram presas na ponta de tubos. Esses tubos, por sua vez, eram soprados e o ar expandia a pelotas deixando seu interior oco, formando frascos.

Conforme se passou o tempo, surgiram processos mais modernos, como por exemplo, a utilização de moldes, que permite a fabricação em série de frascos.

Nos dias atuais, a grande maioria dos frascos produzidos em massa é feita utilizando moldes. Primeiro a mistura de matéria prima é derretida, corta-se uma pequena pelota de vidro, que é acoplada a um soprador e colocada dentro de um molde. O soprador então libera ar na pelota, que se expande tomando o formato do molde.

Devido à fabricação em massa de frascos e por questões como o uso de roscas para tampas, a necessidade de encaixe em alguns frascos e a própria qualidade do produto acabado, após prontos, os frascos ainda passam por um processo de controle final de qualidade, normalmente feito com o uso de calibres.

Esse processo de inspeção final é feito, por exemplo, pela SGD, uma das maiores produtoras de frascos no Brasil, e parte dos calibres usados na inspeção de seus produtos é fabricada pela BRANIVA.